outroscaminhos @ 22:04

Sex, 25/04/08

         A indefinição...O que será realmente a indefinição? Talvez seja o eu não conseguir definir o seu conceito ou até mesmo este ser um significado tão complexo, com tantas interpretações que não me permite perceber o quão incerto é, não havendo significação cabível.
        Neste momento, tudo é incerto, nada se define, nada se traça, nada aparece, nada corre bem... Interrogo-me "porque será isto assim?"...Será tão difícil definir o que quero, quem me quer, o que não quero e o que já quis?
        Não! Não, não não...O erro está na vontade, na acção no verbo, que não pode ser querer mas sim poder... Porque nem tudo o que queremos podemos e, muitas vezes o que podemos não corresponde ao desejado.
        É pena só ter percebido isto agora, depois de tanta luta, sacrifício, cansaço e esforço, esforço, muito esforço. Encaro o sonho como feito de pedaços que se vão conseguindo adquirir aos poucos, um puzzle, onde cada peça ganha corresponde a uma vitória, que embora pequena e simples nos continua a guiar no caminho da realização. Tenho pena, muita pena que o meu puzzle esteja incompleto, que me faltem muitas peças para o terminar... Talvez se reduzir o seu número o consiga completar!
        Talvez seja este o meu caminho: aceitar o pouco, visto que não tenho capacidade para mais...



Telma Afonso #9

sinto-me: no fim...


outroscaminhos @ 21:00

Sex, 25/04/08

   Pois é! Faz hoje precisamente um mês que cinco aventureiros embarcaram numa viagem pelo centro Norte de Portugal em que ninguém imaginava o que iria acontecer. Certo é, que cada momento era marcado por uma onda de riso que custava a cessar.

   Todos os dias ocorreram situações que de uma forma ou de outra marcavam o momento. Claro que tudo de uma forma bem-disposta e divertida. Desde o choque que deixou os dedos da Telma pretos e deitou o quadro abaixo, até ao colchão em que ninguém queria pegar, passando pela situação do restaurante fino onde se trocaram os copos, talheres e todos aqueles materiais complexos, o grito da Joana com o jogo, o varão que cai a meio da noite, enfim... todo um conjunto de situações incompreensíveis para pessoas que se consideram “normais”, mas muito hilariantes para os cinco malucos.

   Certo é que cada momento foi aproveitado como único e passavam-se 22 horas por dia (sim porque pouco se dormia) de uma forma muito divertida e alegre.

   Os sítios onde fomos e que ficámos a conhecer foram uma autêntica surpresa: andar no cume da Serra da Estrela com ventos superiores a 100 Km/h com um taxista que nos divertia com o estado do tempo e com a frase "Foi PORREIRO PAH!" foi uma experiência única, bem como andar  na neve. Coimbra foi outra das surpresas que nos calhou em sorte. Foi uma cidade explorada e descoberta por nós, onde visitámos todos os monumentos e a Quinta das Lágrimas.

   Apesar de tudo podemos dizer que foi uma viagem que nos marcou muito. Ainda hoje damos grandes gargalhadas relembrando situações passadas, e tenho a certeza que daqui a uns anos, quando nos encontrarmos e relembrarmos toda esta aventura a frase que vai ficar foi que "FOI PORREIRO PAH".

Amadeu Martins



Depois de concluirmos uma etapa, e porque a vida não pára, chegam novas aventuras e novas descobertas por novos caminhos....
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