outroscaminhos @ 19:08

Ter, 11/12/07

Parece-me, em dias em que o Sol brilha intensamente mas não aquece, que as metáforas já envelheceram. Do ângulo sombrio vindo das trevas, os paradoxos têm rugas de falta de uso.
E, qualquer dia, também não serão mais necessárias as viagens de autocarro, porque estar aqui ou do outro lado do mundo começa a ser indiferente. O mal da sombra é que torna os lugares mais parecidos uns com os outros. Luz é distinção.
Mas não, ainda não, a viagem está a ser feita agora. E sem música é uma heresia humana. O mestre dos pecados é deixar acidentalmente o mp3 em casa e viajar em certos transportes públicos. Não, não é por falta de variedade de pessoas. É pela limpeza psíquica e física que não fazem e que todos os meus sentidos percepcionam. São autênticas catástrofes humanas à  escala mundial.
Ainda que feche os olhos, continuo a ouvi-los. E mesmo que veja a paisagem, é o reflexo deles que aparece na janela. Sem metáforas, não há imaginação. Concentro-me na música e prendo bem a guitarra que trago  entre os joelhos. Aperto-a bem porque a olham com desdém, com raiva até. É importante não esquecer que, na toca da podridão o erro, o pecado e o olhar reprovador caiem sobre o instrumento nos meus joelhos.
Não há mais figuras de estilo. O som dissipou-se e as pessoas são surdas, até na alma.
Inês



outroscaminhos @ 18:29

Ter, 11/12/07

Já que estamos numa de animais de estimação apresento-vos a Nina: tem quatro anos, uns olhos azuis invejáveis, uns quilinhos a mais, come peixe e gambas como se não houvesse amanhã, empoleira-se na janela e diz 'miau' aos pombos que passam e tem a terrível mania de achar que a minha cama é dela :)

 

 

 

 

Nádia e Nina Abrantes :P




outroscaminhos @ 18:26

Ter, 11/12/07

      Sempre gostei de animais mas os meus pais nem sempre permitiram que os tivesse em casa. No entanto, mais ao menos há um ano, o meu pai apaixonou-se por uma gatinha persa que viu numa loja de animais. Em segredo, e com o intuito de fazer uma surpresa à minha mãe, comprou-a e trouxe-a para casa sem contar nada a ninguém. Quando cheguei a casa tinha uma gatinha minúscula e com um olhar assustado a espreitar para mim, meia escondida atrás do sofá. Mal podia acreditar. Baptizámos a gatinha com o nome de Betty e, apesar de ser um pouco arisca ao início, tornou-se uma grande amiga minha.

 

Bem, a Betty não podia ficar sozinha e quando o meu pai viu um outro gato persa ainda mais pequeno e com uns olhos azuis irresistíveis, deixou-se conquistar e levou-o para casa. Assim chegava o Edgar.

  

 A relação de ambos ao início não era a melhor, mas com o passar do tempo tornaram-se um casal muito apaixonado. Dessa paixão nasceram há 5 dias estes docinhos que fazem a delícia de todos cá em casa.

 

Ana Silva


sinto-me: cheia de gatinhos=)


outroscaminhos @ 17:33

Ter, 11/12/07

Gosto muito de animais e, como tal, tenho três animais de estimação. Mas são três animais todos com características muito especiais. Bem-vindos ao Mundo das Aberrações.

 

 O meu gato, chamado Preto (porque será não é!?), é um gatinho pequeno. Pesa 12 kg e mede cerca de 1 metro desde a ponta da cabeça até ao fundo da cauda. As cobras comparadas com este animal são anjinhos rastejantes, acreditem.

 

  

O meu cão. Foi apanhado na rua e chama-se Pantufas. Todos dizem que é muito feio, mas pronto, não se pode agradar a todos, não é? Tem os dentes todos tortos e tem reumático numa pata traseira. Pois é, estes cães já não são o que eram!

 

 A minha cadela. Para além deste ar esgrouviado que lhe deu o nome de LILI (by Lili Caneças), esta cadela, que veio para minha casa com um mês de vida, também é uma aberração. Tem uma unha preta na pata frontal direita, sendo todas as outras brancas. Para além disto só tem um canino. Mas é muito maluca e proporciona momentos hilariantes. 

 

Enfim, para além destes animais também tenho um periquito, mas esse é normal. Não tem piada. Acho que cheguei à conclusão de que vou abrir um circo de aberrações.  

 

Amadeu Martins




outroscaminhos @ 16:10

Ter, 11/12/07

Tudo acontece e eu não sei porquê.

Numa frieza imóvel, neste momento,

Que não começa nem acaba.

Só marca por dentro,

como uma tatuagem na alma.

 

Só queria gritar com a voz que não tenho,

Livrar-me deste sentimento que não percebo.

 

Porque é que ninguém me ouve?

Porque é que ninguém me vê?

 

Jamais pedi para que me compreendessem...

 

Nádia Correia nº8




outroscaminhos @ 16:05

Ter, 11/12/07

Tu és aquilo que digo,

que sinto ou faço.

 

A feliciddade invade o meu peito

E inunda o meu coraçao de amor

 

Mas lágrimas eu derramei

No momento em que te magoei.

 

A dor foi muito grande

Jamais me perdoarei.

 

Nádia Correia nº8




outroscaminhos @ 15:27

Ter, 11/12/07

É verdade está mesmo aí à porta...o quê? O tempo de férias, claro! Após 4 meses de aulas este tempo de descanso vem mesmo a calhar...Este tempo serve-nos para recuperar energias para se sobreviver ao extenuante 2º Periodo....Vai ser óptimo estar em casa sem fazer nada, sem termos de nos preocupar com testes, trabalhos, revisões,etc....Além disso evitamos as saídas da cama de manhãzinha e o fresquinho que se faz sentir a essas horas...Abençoadas sejam as férias!!

 

Boa Páscoa!!

 

António Ferreira

 

 



Depois de concluirmos uma etapa, e porque a vida não pára, chegam novas aventuras e novas descobertas por novos caminhos....
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