outroscaminhos @ 19:54

Sex, 02/11/07

 Finalmente temos um rumo "fixo" para o nosso trabalho.

 Já enviámos alguns e-mails a uma associação de apoio à mulher e  ao jornalista João Ferreira da SIC, cujo contacto nos foi fornecido pelo professor Geraldo Lages da nossa ESA e aguardamos resposta brevemente. Decidimos pesquisar um pouco acerca da emancipação da mulher em Portugal, visto que o nosso país será um dos que iremos abordar. Continuamos à procura de mais associações de apoio à mulher, pois achamos que estas nos poderão ajudar na realização do trabalho. Estamos igualmente a obter informações sobre o Afeganistão.

 Por fim, encontrámos algo interessante, no site da associação CITE, (com a qual também iremos tentar entrar em contacto) sobre a diferença entre os conceitos de discriminação directa e discriminação indirecta:

Discriminação directa
 Considera-se que existe discriminação directa sempre que uma pessoa seja sujeita a tratamento menos favorável do que aquele que é, tenha sido ou venha a ser dado a outra pessoa em situação comparável.

 

Discriminação indirecta
 Considera-se que existe discriminação indirecta sempre que uma disposição, critério ou prática aparentemente neutro seja susceptível de colocar pessoas numa posição de desvantagem comparativamente com outras, a não ser que essa disposição, critério ou prática seja objectivamente justificado por um fim legítimo e que os meios para o alcançar sejam adequados e necessários.

Daniela Araújo 

 

 




outroscaminhos @ 10:20

Sex, 02/11/07

    Vagueio pela aldeia, que coberta de neve, me lembra o frio que nos invadia o corpo naqueles dias de Páscoa, quando à chuva corríamos pela estrada à procura do primeiro abrigo que nos acolhesse, mas sempre a rir, a sentir o cheiro da terra molhada e a textura dos pingos de chuva que escorregavam nos lábios… Olho os lameiros, os vastos campos despovoados e cheios de vida, cheios de prazer, cheios de paz. Aquela paz que procurávamos ansiosos logo no primeiro dia em que chegávamos, mas que nunca conseguiríamos alcançar! Tínhamos nós a certeza disso…
    Sentada na pedra fria da igreja recordo-me das festas de verão, todos juntos, sempre aqui e ali, mas sempre todos unidos, pelo carinho e sobretudo pela amizade! Ao longe avisto a estação, que num piscar de olhos se tornou numa associação, o nosso cantinho, o nosso refúgio…será que finalmente conseguimos encontrar a paz pela qual tanto esperávamos?
    Parou de chover e as nuvens grandes e escuras dão lugar à luminosidade clara do arco-íris que se forma sobre a minha casa, lá bem ao fundo, não tanto como a alegria, os momentos, estes sim profundos, as discussões e as brincadeiras nos compensavam as noites perdidas… E que noites! Dizem que a noite simboliza a morte, o fim de tudo, o medo…Mas as nossas noites, os nossos dias, tudo! Tudo era tão belo, tão forte e intenso que nunca, nunca me farão esquecer que a paz pela qual tanto espero, pela qual tanto anseio já a tive!
    Junto a vocês, a minha paz era alegria, animação, segurança e amizade…junto a vocês, a minha paz não era calma, serena e sapiente, mas era uma paz que me preenchia, pela qual eu dou a vida e que um dia espero de novo alcançar…sempre unida a vocês!    

Telma#9   


Depois de concluirmos uma etapa, e porque a vida não pára, chegam novas aventuras e novas descobertas por novos caminhos....
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