outroscaminhos @ 16:12

Ter, 23/10/07

   Observando a sociedade como uma instituição, ela reafirma e reproduz os ditos “bons costumes”, no sentido de que exalta aquilo que julga belo e virtuoso e omite ou apaga aquilo que não lhe convêm. Consideram-se os sujeitos responsáveis por tais comportamentos “repugnantes”, uma ameaça ao que esta posto, e disto surge a necessidade de negar o diferente e rejeitar o controverso. A nossa sociedade é uma sociedade de estereótipos e, relativamente a isso, quem não pertencer a determinados parâmetros considerados mais ou menos normais é marginalizado.
    Está na hora de encarar as pessoas pelo o que são e não pelo que aparentam ser: "Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade."
   Ana Rita nº2 



outroscaminhos @ 16:31

Dom, 21/10/07

 

Muitas vezes fechamos os olhos para o que nos faz sofrer ou então, num acto de desespero, viramos as costas. Mas tudo isto para quê? Se apenas a lembrança, a simples recordação, dói mais do que a realidade física.

         Com o passar do tempo, a dor acumula-se e arrependemo-nos do que fizemos. Por isso, nunca devemos fechar os olhos ou, então, simplesmente não olhar para o que nos envergonha, para o que nos dói e para o que nos causa repulsa. Mas sim enfrentar, lutar e ajudar, para que os remorsos não sejam como uma voz, que nos mata lentamente.

         Poderemos pensar que a melhor hipótese é fingir que aquilo que não quisemos ver nunca existiu, porém nunca ninguém nos disse que não ver é o melhor remédio e já o povo diz, há décadas, que o pior cego é aquele que não quer ver.

         Por tudo isto, abram bem os olhos já que pode haver um milagre e a dor transformar-se em alegria e harmonia mental.

 

Tiago Mendes, nº10, 12º7

 

 

           

              




outroscaminhos @ 11:18

Sex, 19/10/07

 Finalmente decidimos quais os dois países a abordar no nosso trabalho sobre a discriminação da mulher. Depois de muitos momentos de indecisão, optámos pelo Afeganistão e a Arábia Saudita.

 Continuamos a elaboração das cartas dirigidas às estações televisivas e aguardamos as respostas aos e-mails enviados às mesmas.

 Deixamos agora, então, algumas curiosidades que pensamos ser interessantes. Em 36 países são exercidas leis que levam à discriminação e inferioridade da mulher. Desses 36, 28 são países africanos,e nomeadamente nalguns países árabes,  como o Iraque, Idonésia, Arábia Saudita, Afeganistão (os quais vamos abordar) e Malásia é praticada a circunsão da mulher. Esta é praticada, geralmente, a partir dos 5 anos de idade. Consideramos este acto uma danificação irreparável tanto para o corpo como para a alma e , por conseguinte, continuam a ser vítimas deste costume três milhões de crianças por ano em todo o mundo.

 

Daniela Araújo

 

 

Olhos dos meus olhos

 




outroscaminhos @ 18:09

Qua, 17/10/07

   Foi-nos proposto trabalhar como voluntários na Associação Acreditar durante um ou mais dias. De certo que vai ser um grande desafio para nós. Trabalhar com crianças com cancro vai trazer-nos muitas alegrias e se calhar pode até mudar a nossa forma de pensar.

   O cancro é uma doença que pode mudar uma vida, principalmente nesta fase, a infância. As crianças sujeitam-se a tratamentos dolorosos e a família é quem mais sofre, sendo este sofrimento manifestado de forma silenciosa. É duro ver aqueles de quem gostamos doentes, com a vida por um fio. Mas é preciso reagir, é preciso levar um abanão e muitas das vezes esquercermo-nos de nós próprios e ajudarmos quem mais precisa.

   As crianças necessitam de todo o apoio, embora algumas não tenham a completa consciência do que têm. O caso dos adolescentes é bem mais grave, uma vez que estes têm a perfeita noção do que têm e os sentimentos de revolta e tristeza assombram o seu espírito. Simplesmente isolam-se! Já não pertencem ao mundo normal. Agora, só há uma pergunta: "Porquê eu?"

   É por tudo isto que todas as pessoas são importantes nestas situação. Médicos, enfermeiros, familiares, voluntários e todos os outros que dêem uma palavra amiga, que espalhem um sorriso sincero e que ouçam os desabafos. Às vezes não é preciso ajudarmos com dinheiro ou bens materiais. Basta uma palavra, um sorriso.

Basta sermos Humanos. Para todos, o meu sorriso de Humanidade.

 

Amadeu Martins

Nº1  

 

Nota: Deixo um site com uma reportagem elaborada pela SIC, intitulada "Mundo ao Contrário" que retrata o serviço de Pediatria do IPO de Lisboa: http://sic.sapo.pt/online/noticias/sic+tv/reportagem+sic/O+Mundo+ao+contrario.htm




outroscaminhos @ 19:01

Ter, 16/10/07

  É evidente a existência de todo o tipo de discriminação da mulher no mundo, sendo esta bem mais intensa nos paises ocidentes. Também Portugal, país europeu, como qualquer outro país não foge a este problema. Assim, irá ser proposto aos restantes elementos do grupo a possibilidade de incluir Portugal no nosso projecto para que possamos apresentar os vários tipos de discriminação a que a mulher nos dias de hoje ainda é sujeita, mas que "passa ao lado" aos olhos de todos.

  Para o desenvolvimento do trabalho poderemos focar mais este tipo de problemas sociais no nosso país, procurando as situações em que a mulher é mais discriminada e, por exemplo, saber quais os processos por que ela passa para conseguir vencer esse mesmo obstáculo.

 

 

Marta Catarina - 12º7 - nº29




outroscaminhos @ 15:34

Ter, 16/10/07

Os caminhos nem sempres são fáceis, uns são mais fáceis que outros, mas é a maneira como nós nos adaptamos aos obstáculos e as situações que prevalece.

A época de testes nem sempre é fácil, mas de certa forma esses testes preparam-nos para o nosso futuro.

Por isso poderemos considerá-los obstáculos?

Penso que não, é uma questão de perspectiva.

 

Quanto maior é o obstáculo maior  o gozo em ultrapassá-lo.

Carlos Simão #5




outroscaminhos @ 21:58

Sex, 12/10/07

  Será apenas uma passagem onde temos que nascer, crescer, errar, aprender, viver e morrer? Ou será algo mais intenso, um desígnio, um destino, uma história....? E no meio disto tudo eu pergunto-me: Haverá vida sem AMOR?Sem esse sentimento tão importante? Nao, acho que para uma vida plena é preciso amar e ser-se amado, senão a nossa vida será como um livro sem páginas, sem letras.... Ai! É tão difícil levar uma vida "plena" e com amor quando anda meio mundo a enganar-se.

  Mas... Entao será uma vida um engano? Não, se nós adquirirmos uma personalidade forte e directa, se formos justos e sinceros uns com os outros, por vezes um pouco duros para quem o merece, se nos questionarmos e tentarmos corrigir os nosso erros.

  Acho que devemos viver cada dia como se fosse o último, vivê-lo intensamente, rir, chorar, sorrir, amar, perder, ganhar, dizer o quanto amamos, o quanto queremos, pois quando menos esperarmos essa vida pode acabar.

  E   sinceramente....Eu quero que a minha acabe em pleno, com arrependimento (sim talvez...) mas sem ressentimento, sem mágoa e depois de dizer o quanto amo todos os que me rodeiam, o quanto são importantes para mim, o quanto eu faria por eles..

 

Por isso digo:

 

   Mais vale arrependermo-nos do que fazemos do que aquilo que deixamos por fazer...

 

     A vida é apenas dois dias e um já passou.....

 

 

Ana Margarida Pedro nº27




outroscaminhos @ 16:28

Sex, 12/10/07

  "Pode-se viver sem um irmão, mas não sem um amigo". Ter amigos verdadeiros é algo importantíssimo  nas nossas vidas.

   A amizade é um tipo de união afectiva que se baseia na comunicação, no apoio mútuo, na compreensão, na sinceridade, no carinho e na absoluta harmonia entre as pessoas.

   A amizade é algo que se instala logo na infância, pois para além dos pais e outros familiares, a criança inicia uma socialização estabelecendo laços afectivos fora do lar, descobrindo outras crianças da sua faixa etária com características iguais ou diferentes das suas, aprendendo assim, a confiar, a partilhar e preferir relacionar-se com pessoas da mesma idade.

   Os verdadeiros amigos são aqueles com quem podemos desabafar, confiar, contar, são aqueles que nos dão forças, nos fazem sorrir, nos encorajam para o sucesso, que estão sempre disposto a ouvir-nos, a aconselhar-nos e elogiar-nos.

   Amigos são aqueles que, mesmo discutindo ideias, com opiniões diferentes ou o que quer que seja, acabam por sorrir e serem de novo aquelas pessoas unidas e compreensivas que sempre foram, isto é, "talvez as melhores amizades sejam aquelas em que haja muita discussão, muita disputa e mesmo assim muito afecto".

  Nem sempre, apesar de  características e coisas em comum que estabelecemos com os outros, estamos de acordo. Mas, os verdadeiros amigos conseguem sempre chegar a um consenso sem se prejudicarem.

   Por isso, amigos são aqueles que se juntam, formam um grupo, desenvolvem ideias, realizam projectos e tantas outras coisas mais que surgem na vida, juntos e unidos pela sua amizade e que estabelecerá sempre uma boa harmonia e por consequência um bom trabalho.

   Concluo dizendo que ser voluntário é ser amigo, é dedicar parte do seu tempo sem remuneração alguma e é saber compartilhar o que temos de mais precioso: amor, felicidade, sabedoria, conhecimento e humildade.

Joana Beites nº 6  12º7




outroscaminhos @ 10:36

Sex, 12/10/07

   Pois é...Continuamos a nossa busca pelas respostas das estações televisivas aos e-mails enviados. Entretanto temos prosseguido com a nossa planificação, pois ainda não definimos quais os países que iríamos  abordar no nosso trabalho. Afeganistão, Nigéria, Tailândia, Birmânia, Iraque e Arábia Saudita são alguns dos países que ainda estão em debate no nosso grupo, na próxima aula tentaremos dar resposta a esse problema.

 

Marta Gonçalves, nº29   ,12º7

 




outroscaminhos @ 19:11

Ter, 09/10/07

                 

Há várias alturas na vida em que temos que optar por um caminho a seguir. Nunca sabemos ao certo quando essa altura vai chegar nem nunca estamos, verdadeiramente, preparados para esse dia. Talvez a primeira altura em que nos vemos confrontados com esta difícil tarefa seja agora.

Estamos a terminar um ciclo, talvez um dos mais importantes, e avizinham-se decisões difíceis que temos que tomar sozinhos. Temos que decidir aquilo que vamos ser quando “formos grandes”, aquilo em que vamos trabalhar, o local onde vamos estudar e tantas outras coisas que quase perdemos a conta. O pior de tudo, é que como crescemos tanto nestes últimos tempos, já somos nós a decidir, praticamente, tudo sozinhos, assumindo assim a responsabilidade daquilo que nos aconteça no caminho que escolhemos. A única coisa que nos pode servir de consolo é que nenhum caminho e definitivo, havendo sempre outros caminhos a que podemos recorrer.

Também não nos devemos esquecer que não vamos fazer esse caminho sozinhos e quando a certa altura nos perdermos e nos sentarmos no chão com um ar desesperado sem saber para onde ir, haverá sempre alguém especial que se sentará ao nosso lado nos consolará e nos ajudará a levantar para podermos continuar o nosso caminho. A essas pessoas especiais devemos sempre agradecer e estimar porque são elas que tornam possível a nossa longa caminha, uma vez que se elas não existissem, provavelmente, não valeria a pena caminhar para lado algum. A todas essas pessoas um grande obrigada! 

 

 

 Ana Silva nº 3 12º7

 

 

 



Depois de concluirmos uma etapa, e porque a vida não pára, chegam novas aventuras e novas descobertas por novos caminhos....
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