outroscaminhos @ 19:11

Ter, 09/10/07

                 

Há várias alturas na vida em que temos que optar por um caminho a seguir. Nunca sabemos ao certo quando essa altura vai chegar nem nunca estamos, verdadeiramente, preparados para esse dia. Talvez a primeira altura em que nos vemos confrontados com esta difícil tarefa seja agora.

Estamos a terminar um ciclo, talvez um dos mais importantes, e avizinham-se decisões difíceis que temos que tomar sozinhos. Temos que decidir aquilo que vamos ser quando “formos grandes”, aquilo em que vamos trabalhar, o local onde vamos estudar e tantas outras coisas que quase perdemos a conta. O pior de tudo, é que como crescemos tanto nestes últimos tempos, já somos nós a decidir, praticamente, tudo sozinhos, assumindo assim a responsabilidade daquilo que nos aconteça no caminho que escolhemos. A única coisa que nos pode servir de consolo é que nenhum caminho e definitivo, havendo sempre outros caminhos a que podemos recorrer.

Também não nos devemos esquecer que não vamos fazer esse caminho sozinhos e quando a certa altura nos perdermos e nos sentarmos no chão com um ar desesperado sem saber para onde ir, haverá sempre alguém especial que se sentará ao nosso lado nos consolará e nos ajudará a levantar para podermos continuar o nosso caminho. A essas pessoas especiais devemos sempre agradecer e estimar porque são elas que tornam possível a nossa longa caminha, uma vez que se elas não existissem, provavelmente, não valeria a pena caminhar para lado algum. A todas essas pessoas um grande obrigada! 

 

 

 Ana Silva nº 3 12º7

 

 

 




outroscaminhos @ 17:27

Ter, 09/10/07

"Aos 14 anos vim para a Europa. Vivia na terra e da terra, numa aldeia africana. Vivia em pobreza extrema. Vim para trabalhar e mandar dinheiro para matar a fome à minha família.

Foi um homem que disse que me trazia para um país rico da Europa, onde se ganhava

muito dinheiro.

A minha família disse que sim – “Se é bom para ela, é bom para a família”. Era uma

forma de o meu filho homem poder estudar. (...) Era uma forma de não passar tanta fome.

 

(...)Obrigou-me a despir. E fez tudo, mas tudo o que quis de mim. Chorei, gritei, implorei.

Nada. Ele foi indiferente. Indiferente não. Sorria e os olhos brilhavam. Eram de vidro

pensei.

Estive lá um ano."

 

São pessoas normais que após passarem dificuldades na sua vida tiveram de fazer uma escolha. Desesperadas optam pela via mais fácil levando uma vida que não querem mas a que são obrigadas. Muitas tentam sair...poucas são as que conseguem.

A marginalidade aumenta e cabe a nós tentar inverter esse rumo....

 

António Ferreira




outroscaminhos @ 15:49

Ter, 09/10/07

 O sexo feminino enfrenta  discriminação desde as primeiras fases da vida, ao longo da infância até à idade adulta.

 A sua situação de inferioridade reflecte-se na negação de provimento das suas necessidades e direitos fundamentais e em práticas tão prejudiciais como a preferência pelos filhos do sexo masculino, obrigação de casarem precocemente, a mutilação genital, a violência doméstica, o incesto, a exploração sexual e um menor acesso à educação. Embora também na Europa se sinta esta discriminação é na Índia e na China, sociedades "espiritualmente superiores", que esta se faz sentir em maior grau e em maior número. Assim, achamos um tema pertinente e pensamos ser, de certa forma, também nossa responsabilidade alertar consciências para este problema mundial.

Ana Margarida Pedro e Daniela Araújo



Depois de concluirmos uma etapa, e porque a vida não pára, chegam novas aventuras e novas descobertas por novos caminhos....
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