outroscaminhos @ 11:51

Sab, 10/11/07

   Ontem tivemos o primeiro contacto com a casa da Acreditar, com as crianças e com os voluntários.

Era uma festa e a bagunça típica das festas instalou-se pela casa como que automaticamente. Nós, um pouco perdidos naquele conjunto de olhares que expressavam a pergunta mais perguntada ao longo da noite "Quem são aqueles quatro?", tentávamos interagir com algumas crianças. Sim! Aquelas crianças são especiais, têm um brilho nos olhos diferente e fazem-nos pensar muito. Dão-nos também muita força.

    Havia quatro adolescentes na casa, embora so tivéssemos contacto mais próximo com dois. Pareceram-me comunicativos.

   Tive alguma dificuldade em distinguir familiares de voluntários, porque ali estava tudo em família, estava tudo como um todo, não havia partes separadas. Ali não havia "sufixos nem prefixos" como disse a Drª Alexandra. Aquilo é realmente uma família. Uma família enorme onde se partilha a dor, a alegria, o sofrimento, tudo. A definição de família é aquilo.

     Os voluntários que conhecemos e com quem falámos transmitiram-nos principalmente uma ideia: eles são importantes para as crianças porque elas sentem a falta deles. Eu vi isso. As crianças andavam sempre atrás dos voluntários, mais do que das próprias famílias. Eles eram importantes.

     A noite para nós acabou a fazermos karaoke e acho que a música com que terminámos deu um fim especial à festa, àquelas quatro horas cheias de um bocadinho de tudo, de um bocadinho de nada...

 

A música foi...

 

 

 

 

Amadeu Martins


sinto-me: com vontade de continuar...

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Depois de concluirmos uma etapa, e porque a vida não pára, chegam novas aventuras e novas descobertas por novos caminhos....
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